sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Manifesto

Olá pessoas, recebi isto hoje na minha caixa de email, enviado pelos queridos Afonso e Maria Chrsitina e achei importante repassar. A situação nesta cidade está realmente insustentável e a sociedade civil precisa se manifestar.
Silvana
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Caro artista,
Cansados de tanta violência, movidos pelo descaso das autoridades e gestores em se debruçar sobre os reais problemas que causam tanta violência, e levados pela indignação com o que aconteceu no sábado, dia 7, com a Marina Eiró, alguns artistas resolveram tomar uma atitude e fazer um manifesto, o "CHEGA", e para isso vamos colher em vídeo as mais variadas manifestações de artistas, prioritariamente, mas todos são bem vindos!, e postar em sites, no Youtube, fazer chegar a todos os lugares, para as autoridades etc etc e exigir uma tomada de providência - antes que não possamos mais sair de casa, seja para trabalhar, passear, ir e vir, como é nosso direito inquestionável e inviolável.

Você está convidado a participar de um encontro para troca de ideias no auditório do Museu da UFPA na próxima 6a feira às 17h30. Venha discutir conosco como se dará na prática este ato - que não terá, sob hipótese alguma, qualquer conotação político partidária.

Grande abraço.

Afonso Gallindo

Maria Christina

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Viva la Vida na Taberna São Jorge foi assim...

Nos dias 08 e 09 de junho, na semana do aniversário de Frida Kahlo, fizemos um evento de promoção da coleção Viva La Vida na Taberna São Jorge, vulgo "Bar da Walda, em Belém. O lugar é sui generis e tem tudo a ver com a coleção. Lá foi também onde fizemos o editorial fotográfico, com a Walda Marques. Quero deixar claro que o evento só foi possível porque estou cercada de pessoas maravilhosas que me "aninham" (tô adorando essa palavra) e que me estendem a mão sempre que preciso. Já agradeci em post anterior um a um, mas reafirmo aqui, mais uma vez. Abaixo, um pouco do que rolou...
COLEÇÃO VIVA LA VIDA - ESTRELA DA NOITE
AMIGOS QUERIDOS
Eu e Socorro Gonçalves, minha concorrente, mas uma das minhas melhores amigas. Sem ela segurando a minha seria tudo mais difícil.
Eu e Tatira Fernandes: com ela estou aprendendo a dar gargalhada até das minhas tristezas. Amo!
Eu e Karina Jucá. Amiga linda, talentosa (escritora). Rindo do nada! (Rá)
Com as minhas performers prediletas: Nilze (minha Friducha) e Gemille. Arrasaram!

Com Ilminha, amiga de alma belíssima. Ela exibe orgulhosa sua tote Frida Kahlo.

Com Bia Galvão, que dispensa apresentações, elogios e agradecimentos. Um dos meus anjos da guarda nesta nova etapa da vida.
EU POSANDO DE LINDA EM BAIXA VELOCIDADE! (Rá!)

Minha amiga Socorro adora levantar a minha bola!
GRAFITES DE DRI-K CHAGAS
Frida, grafitada especialmente para o evento. Preço 700,00. Quer comprar?
Outros painéis grafitados por Dri-K, que é um mega talento. Vai longe essa guria!
PREFORMANCE
de Gemille Ó de Almeida e Nilze Carvalho


BIJUS DE MARIANA BIBAS
Mariana levou as bijus e também a máquina de cartão de crédito. Obrigada, amiga!!!

MÚSICA

Yuri Guedelha e seu sax. Ele mudou o repertório para uma pegada mais latina por conta do evento. Foi lindo!

domingo, 25 de julho de 2010

Delicadeza... amo essa palavra!

Música mais linda! Vídeo inspirador... Apaixonei!

(obs: lembrei da Jana, não sei porque, mas no fundo sei... Mas bem, lembrei também de algumas pessoas importantes e me deu vontade de dizer isso. E... bem, não é à toa que este blog se chama "for friends". (rsrs)

To Trust

Because sometimes i dream
and others i can't sleep.
E deixo você ir.
and I let you go on
and i also.

But the truth is that I'll always be here,
looking at our sweet joy
and our laugther.

Trust me, please.
I promise I'll find a viable way for us.
Just trust me
Somente confie em mim
and hold my hand.

I know you can do this for me once again.
I believed in you for many centuries.
Across the centuries.

(Sil. 26/07/2010)

Frase do dia...

"A Moda é um braço interessantíssimo da história da arte. Mesmo. Problema é que virou trincheira de gente que vive eternamente no cio."

(frase de efeito de Karina Jucá, amiga, escritora, pensadora e boêmia)

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Um pouco da trajetória da Coleção "Viva la Vida"

Foto: Daniel Cruz, na Casa Azul
Eu sei, eu sei que devo mais posts sobre ela, a nossa homenageada e nossa inspiração na coleção "Viva la vida". E, acreditem, em todos esses longos meses em que gestamos esta coleção, em minhas pesquisas, eu colecionei um vasto repertório de informações, curiosidades e imagens do universo Frida Kahlo e só agora começo a organizar toda essa coletânea que nos inspirou. Aos poucos vou mostrando aqui.
No ano passado, o querido Daniel Cruz teve a oportunidade de conhecer o México por conta de um convite da embaixada brasileira naquele país para expor seu trabalho fotográfico lá, juntamente com os fotógrafos Paula Sampaio, Mariano Klautau e Orlando Maneschy. Quase morri com o fato de não poder acompanhá-lo nessa viagem dos sonhos. Naquela época eu já gestava a coleção e Dani, sabendo disso, me trouxe ricos “regalos” de lá. Se eu já tinha em mente realizar esta coleção, começava ali uma série de bons presságios a nossa investida nesse projeto. A viagem do Dani e seus regalos cheios de boas intenções dele para mim eram um dos primeiros sinais de que eu tinha um tema muito promissor nas mãos. Tempos depois e em tempo de começarmos a etapa de produção da coleção, outro sinal seria determinante: ao reencontrar minha atual sócia, Gisele Belém, que, com todo seu talento e luz embarcou nessa viagem comigo, a princípio como uma parceria, mas que logo sentimos que seria algo mais duradouro. Tenho certeza que Gisele chegou para ficar na Pomar. Então, consolidava-se cada vez mais dentro de nós a sensação que a coleção tinha tudo para dar certo. E deu!
Muitas pessoas perguntam porque Frida Kahlo como inspiração? Bem, desde os tempos da faculdade sou apaixonada pelas pinturas tão viscerais de Frida. Além disso, a imagem dela, digo, seus retratos são tão marcantes e, embora sua história seja trágica e antagônica, o que sempre essa mulher me passou com sua história de vida é exatamente a energia contida em suas próprias palavras: “Viva La Vida!” (que eu, pessoalmente, diante de tamanha dramaticidade, completaria ... “Viva La vida, carajo!” (rsrs)
Penso nesta coleção há mais de ano e meio, quando descobri tecidos temáticos a cerca de Frida e do México e que, desde então, comecei a importá-los. O México é um país que me encanta por tantas cores, pelo sol, simbolismos e energia vibrante. Entretanto, sabia que a coleção não podia se ater somente aos tecidos temáticos e que a coleção teria que ser expressiva também através de diversos outros elementos e estamparias que dissessem daquilo que queríamos falar: de alegria, de vida, de otimismo. Então, escolhemos flores e cores vibrantes, aplicações artesanais e bordados à mão (característica marcante no trabalho da minha sócia Gisele Belém e também na cultura mexicana). Eu também queria uma bolsa que tivesse algo dourado, que remetesse à luz, ao sol do México, pois também nas roupas, indumentárias e artesanato mexicano há muito brilho, luminosidade e reverências ao sol. Foi então que, pela primeira vez trabalhamos com um material sintético, o courvim dourado, associado ao tecido de algodão, numa das bolsas que mais fizeram sucesso da coleção, a “muy hermosa”.
Outra feliz coincidência foi o desejo da querida amiga Paloma, da marca Mucha, querer fazer sua coleção também com a mesma inspiração. Juntamos as ideias, embora cada marca tenha trabalhado sua coleção de forma independente, de acordo com suas próprias pesquisas. No final, descobrimos que muitas coisas entre as duas coleções se combinavam. Fizemos um único tag de apresentação das duas marcas – Mucha e Pomar, juntas. Paloma encomendou para nossa amiga e talentosa artista plástica e ilustradora Michelle Cunha que criasse uma Frida personalizada com o seu traço. Eis que ficou maravilhosa. Dividimos, Pomar e Mucha, o mesmo espaço no Caixa de Criadores e participamos do desfile juntas, uma compondo o look da outra. Foi um arraso!
O editorial fotográfico, feito quase como uma brincadeira pela amiga Walda Marques, uma das mais conceituadas fotógrafas de Belém, foi a cereja no nosso bolo e que deu maior visibilidade à coleção, graças à leitura e ao olhar singular de Walda, também uma apaixonada pelo México e por Frida. A locação não poderia ser mais propícia: a Taberna São Jorge, um bar pitoresco, da própria Walda, que muito nos remete ao universo “Fridesco”. Foi um presente e tanto!
Por fim, quando escolhemos a data do evento, o Bazar Cultural, na Taberna São Jorge, tivemos que remarcá-lo para a semana seguinte, e mais uma vez, Eureka: na semana o nosso evento, embora só nos déssemos conta do fato depois, comemorávamos o aniversário de Frida Kahlo. A festa fez ainda mais sentido! Uma festa linda, com uma performance maravilhosa, inspirada no tango dançado por Frida e Nina no filme “Frida”, que ganhamos de presente de minhas amigas Gemille Ó de Almeida e Nilze Carvalho e um belíssimo painel com o retrato de Frida grafitado pela artista Dri-K. Isso sem falar no repertório selecionado do músico Yuri Guedelha e seus amigos que conduziram a primeira noite e do chorinho animado, de Gilson, da segunda noite.
Não temos palavras para agradecer a todas as pessoas que acreditaram, que nos deram apoio, que carregaram nosso equipamento, e que nos ajudaram a divulgar, que nos concederam empréstimos de materiais e acessórios ou que simplesmente, se fizeram presentes para que tudo desse certo até aqui (Daniel Cruz, Mariana Bibas, Walda Marques, Gemille e Nilze, Virgínia Cunha, Yuri Guedelha, Gilson, Germana Morais, Socorro Gonçalves, José Marques e Tatira Fernandes, Karina Jucá, Paloma Pamplona, Naisha Cardoso, Jumara Cardoso, Renan e Natália Viana, Dri-k Chagas, Bia Galvão, Michelle Cunha, meninos da Cadi, Caixa de Criadores, redação do jornal Diário do Pará, redação do Jornal O Liberal, Regina e Nélio Palheta – meus pais).
Quanta gente nos ajudou nessa trajetória até aqui. Isso é só uma prova de que não realizamos nada sozinhos, mas sempre com a força de pessoas amigas, que torcem por nós. Obrigada a todos de coração.

Silvana.

domingo, 20 de junho de 2010

Pensamento recorrente

Durante anos ao menos uma vez por ano eu leio e releio este texto (de um dos meus autores prediletos) e não me canso. É como se fosse um reencontro comigo mesma. É um olhar pra dentro e pra fora também. E cada vez que eu o leio, reencontro dentro de mim os meus verdadeiros amigos.

Eu gosto de ter amigos, eu gosto de fazer amigos e de cuidar disso pro resto da vida. Por isso eu não acredito em amizade em que não haja respeito (leia-se: colocar-se sempre no lugar do outro) e demonstração de afeto. Não acredito em relação oportunista (embora uma vez outra um amigo nos possa ser útil e oportuno, ô!). Eu só acredito na minha intuição. Às vezes ela falha. Paciência.
Aos novos que chegam: eu sou isso, é só regar. A minha velha guarda, é isso: eles me guardam e eu os guardo.
Beijos,
Sil.

Amizade (Rubem Alves)

Lembrei-me dele e senti saudades... Tanto tempo que a gente não se vê! Dei-me conta, com uma intensidade incomum, da coisa rara que é a amizade. E, no entanto, é a coisa mais alegre que a vida nos dá. A beleza da poesia, da música, da natureza, as delícias da boa comida e da bebida perdem o gosto e ficam meio tristes quando não temos um amigo com quem compartilhá-las. Acho mesmo que tudo o que fazemos na vida pode se resumir nisto: a busca de um amigo, uma luta contra a solidão...

Lembrei-me de um trecho de Jean-Christophe, que li quando era jovem, e do qual nunca me esqueci. Romain Rolland descreve a primeira experiência com a amizade do seu herói adolescente. Já conhecera muitas pessoas nos curtos anos de sua vida. Mas o que experimentava naquele momento era diferente de tudo que já sentira antes. O encontro acontecera de repente, mas era como se já tivessem sido amigos a vida inteira.

A experiência da amizade parece ter suas raízes fora do tempo, na eternidade. Um amigo é alguém com quem estivemos desde sempre. Pela primeira vez estando com alguém, não sentia necessidade de falar. Bastava a alegria de estarem juntos, um ao lado do outro.

"Christophe voltou sozinho dentro da noite. Seu coração cantava 'Tenho um amigo, tenho um amigo!' Nada via. Nada ouvia. Não pensava em mais nada. Estava morto de sono e adormeceu assim que se deitou. Mas durante a noite fora acordado duas ou três vezes, como que por uma idéia fixa. Repetia para si mesmo: 'Tenho um amigo', e tornava a adormecer."

Jean-Christophe compreendera a essência da amizade. Amiga é aquela pessoa em cuja companhia não é preciso falar. Você tem aqui um teste para saber quantos amigos você tem. Se o silêncio entre vocês dois lhe causa ansiedade, se quando o assunto foge você se põe a procurar palavras para encher o vazio e manter a conversa animada, então a pessoa com quem você está não é sua amiga. Porque um amigo é alguém cuja presença procuramos não por causa daquilo que se vai fazer juntos, seja bater papo, comer, jogar ou transar. Até que tudo isso pode acontecer. Mas a diferença está em que, quando a pessoa não é amiga, terminando o alegre e animado programa, vêm o silêncio e o vazio - que são insuportáveis. Nesse momento o outro se transforma num incômodo que entulha o espaço e cuja despedida se espera com ansiedade.

Com o amigo é diferente. Não é preciso falar. Basta a alegria de estarem juntos, um ao lado do outro. Amigo é alguém cuja simples presença traz alegria, independentemente do que se faça ou diga. A amizade anda por caminhos que não passam pelos programas.

Uma estória oriental conta de uma árvore solitária que se via no alto da montanha. Não tinha sido sempre assim. Em tempos passados a montanha estivera coberta de árvores maravilhosas, altas e esguias, que os lenhadores cortaram e venderam. Mas aquela árvore era torta, não podia será transformada em tábuas. Inútil para os seus propósitos, os lenhadores a deixaram lá. Depois vieram os caçadores das essências em busca de madeiras perfumadas. Mas a árvore torta, por não ter cheiro algum, foi desprezada e lá ficou. Por ser inútil, sobreviveu. Hoje ela está sozinha na montanha. Os viajantes se assentam sob a sua sombra e descansam.

Um amigo é como aquela árvore. Vive de sua inutilidade. Pode até ser útil eventualmente, mas não é isso que o torna amigo. Sua inútil e fiel presença silenciosa torna a nossa solidão uma experiência de comunhão. Diante do amigo, sabemos que não estamos sós. E alegria maior não pode existir.

sábado, 19 de junho de 2010

Meu Caro Amigo - Chico Buarque / Francis Hime

É claro que não podia faltar neste dia um clássico, né?

Futuros Amantes - Chico Buarque

Assim, eu num guento!!

Porque hoje é o dia dele. Até o lado B é bom!

Hoje é dia de Chico! Feliz Aniversário, Chico!

Não, solidão,
hoje não quero me retocar
Nesse salão de tristezas
Onde as outras penteiam mágoa.

Deixo que as águas invadam meu rosto
Gosto de me ver chorar,
Finjo que estão me vendo.

Eu preciso me mostrar bonita
Para que os olhos do meu bem
Não olhem mais ninguém
Quando eu me revelar
Da forma mais bonita

Para saber como levar
Todos os desejos que ele tem
Ao me ver passar bonita

Hoje eu arrasei
Na casa dos espelhos
Espalho os meus rostos
E finjo, que finjo, que finjo
que não sei.

("A mais bonita". Chico Buarque, porque ninguém canta em versos a mulher tão maravilhosamente como ele!)


Obs: feliz aniversário Desirée, amiga do coração!!! A gente vai se encontrar em breve!

sábado, 12 de junho de 2010

Presenças

Lívia (saindo do desfile com a sua mochila Beatrix da coleção Amores; Haldine (sem medo de ser feliz com sua nécessaire da Pomar); Eu e Naisha, (vai uma Cerpinha aí?); Eu e Grazi (olha o passarinho!); Orlando (charlando); Eu (e meu dragão surrealista de Miró).
Lissa (e amiga): concorrente ao cartão fidelidade Mucha e Pomar; Luly e Naisha (surtando com as novidades); eu e Clóris (era Cerpinha todo dia!); Papai, mamãe e Luna + Ney Messias (dando o ar da graça); Renan e Natália (revelando a identidade secreta); Verana (nossa assitente de venda, mais que profissional e querida).
Paloma e Luna; Orlando e eu (fazendo carão); Eu e Paloma, dupla dinâmica (felizes!); Bia Galvão (desfilando seu vestidinho Mucha).

Hoje o post é pra mostrar o clima que rolou no nosso stand no Caixa de Criadores e algumas das visitinhas recebemos por lá. Foi tudo de bom!

Obs: Informo que começarei a postar no Estúdio Pomar peças que estão disponíveis para venda.
Besos,
Sil.

terça-feira, 8 de junho de 2010

ideias vestíveis: #desfile - Mix Novos Criadores

ideias vestíveis: #desfile - Mix Novos Criadores

Ser Cadi é assim...




Fotos: Renan Viana (Ideias Vestíveis)


Eu não pude assitir aos desfiles de ontem porque tive que tomar conta do stand. Mas dei uma escapadinha e assiti nas telas do lounge a um único desfile: o da Cadi. E não precisei ver mais nada!
Voltei para o stand e falei para a Paloma: "se eu não fosse a Pomar eu queria ser Cadi!". Acho que eu disse tudo, né?
Foi simplesmente lindo (desfile, coleção, trilha e clima)! Esses meninos sabem fazer bem feito, mas não é só isso: tem um "Q" a mais que eu não sei explicar, presente na marca. Eles tem esse potencial de ligar a tecla "magia". Acho que isso se deve a harmonia que há entre Mari, Isaac e Klébeson, que eles deixam transparecer em suas criações.
Assisti ao desfile sem piscar, com minha tecla "encanto" ativada, com um sorriso de apaixonada no canto dos lábios e dos olhos. Cadi me tranportou para "Entre pães, flores e cores ". Mas bem, às vezes sou mesmo intensa e me entrego perdidamente às minhas paixões e penso não pertencer a este mundo. Hoje, não quero simplesmente rasgar a seda, mas fazer jus ao talento dos meninos.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Filha de peixe...


Enquanto eu testava a arrumação da arara antes de ir para o Caixa, Luna imprimia a sua própria leitura da coleção. Mostra que tem olhar. É minha filha, é minha filha!

Foto e "produção": Luna Cruz

 Foto e "produção": Luna Cruz

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Alice: Objeto fabuloso, por Naisha Cardoso.

Que "Alice" rendeu nas coleções das mais badaladas grifes do mundo, isso todo mundo já sabe. E teve para todos os gostos e gêneros e nós, adoramos, é claro! Mas o que mais eu achei legal nessa "onda" foi que talentos independentes, que de alguma forma também estão em busca de seu lugar ao sol, também se arriscaram e lançaram mão dessa inspiração para criar.
Pois eu digo que criar (seja o que for, um objeto, uma roupa, uma obra literária, uma música etc, é um (re)inventar-se a si próprio e nisso também reside um "descobrir-se" e um "encontrar-se" com aquilo que habita em nós.
E se vocês acham que esse post está ficando muito filosófico, voltemos à obra: o que é "Alice", senão uma fábula filosófica que diz da nossa busca incessante por um "existir" no mundo?
Daí, que vi muitas coisas inspiradas em "Alice", algumas literais, outras bonitas, outras fofinhas, outras "na moda". Mas então, me vem a Naisha com este objeto, que é um colar, mas por um instante, para mim, é quase um "Sonho de Alice" (se de fato, não o é), que é cheio de símbolos que remetem à própria fábula, mas que dentro dos meus sonhos adquirem outros significados - os meus significados.
E fiquei pensando: na pessoa criando e fazendo este colar... enquanto o faz e tece trama por trama e, enfia, conta por conta, por que sonhos andará? E quem a trará de volta para este mundo quando ele, o colar, estiver pronto? E quando ele estiver pronto, o "objeto-fábula-sonho", já não será mais de Alice, quem o fez!

Inspiração em Alice in Wonderland - 2010

E quem disse que a inspiração da moça para por aí? 

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Furoshiki

Furoshiki é a tradicional arte japonesa que utiliza dobradura de lenços para transformá-los em embrulhos e bolsas. E já que bolsa é o objeto principal deste blog, achei este vídeo que ensina a fazer uma charmosa bolsinha, no melhor estilo "utile e dolce" (útil e agradável).
E se quiserem saber mais sobre o universo oriental contemporâneo, dêem uma olhadinha no blog Japonique, que é tudo de bom.

http://vimeo.com/11506960 from Japonique on Vimeo.
Via Japonique

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Mamãe, eu te amo!


Ontem, fomos eu, Luna e mamãe visitar vovó, que mora no interior. E só hoje faço aqui minha singela homenagem, dedicando esta música majestosa (que foi trilha de um filme lindo, chamado "O oitavo dia")
Beijo carinhoso à todas as mamães, blogueiras ou não.
Sil.

sábado, 8 de maio de 2010

Caterina veio me visitar

A melhor coisa de ter entrado para este mundo "internético" e "bloguético" foram as amizades conquistadas aqui. Pessoas que se identificam com você, com suas palavras, com as suas coisas etc, e que por algum motivo aprendem a gostar de você, mesmo estando distantes. A internet transformou as relações e, se por um lado devemos ter cuidado com pessoas mal intencionadas, por outro podemos descobrir pessoas que podemos levar dentro da gente por toda uma vida.
Algumas destas pessoas já me conquistaram aqui. Algumas me mandam palavras cheias de afeto por emails e comentários (e eu, francamente, lamento profundamente as muitas vezes que não dou conta de responder com a devida atenção a todos). Algumas me mandam palavras lindas acompanhadas de certos mimos que realmente, não tem preço. Sabe a fábula da raposa com o Pequeno Príncipe? "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"? Então é assim, você vai se aproximando aos poucos do outro e a cada dia mais um pouquinho. Até que chega o dia em que, com a distância minimizada, você sente que tem um amigo!
E é por isso que hoje eu vou dizer bem alto e com alegria: "eu tenho uma amiga, eu tenho uma amiga! E o nome dela é Caterina!". E eu sei disso, porque Caterina me mandou uma caixa esta semana e a coisa mais importante que tinha dentro dessa caixa era o carinho e a amizade da dela. Ser lembrada de forma tão carinhosa realmente, não tem preço. O que quero dizer gente, é que o "essencial é invisível aos olhos", para parafrasear mais uma vez Saint Exupery.
E eu fiquei aqui feliz por Caterina ter vindo me visitar.

O carinho que recebi de Caterina...
...que veio nos visitar.

E se você quer saber quem essa pessoa que tem o dom de cativar pessoas, vai lá no blog da Caterina. Ela também faz mimos lindos e vende na sua "blog store" que acaba de inaugurar. Vai lá, tenho certeza que será uma doce descoberta pra você também!

Obrigada, amiga!!! Eu amei cada detalhe e tenho certeza, assim como você, que um dia estaremos, "eu, você, Desi e outras" reunidas em um divertido encontro. (palavra tem força!)

Beijos,
Sil.

domingo, 25 de abril de 2010

Personalidade Naisha Cardoso

Naisha (Cardoso), "Nai" para os íntimos, é o que podemos chamar de personalidade marcante. É minha amiga desde que fomos sócias na loja "Des Amies" (ainda falarei sobre a loja aqui). E vou confessar uma coisa: Naisha é uma personalidade ímpar, assim como os seus "objetos com personalidade" , e é  incrivelmente sedutora. É de uma personalidade forte, impetuosa e admiravelmente delicada ao mesmo tempo. Eu a acho simplesmente linda, elegante, estilosa. Tem gente que ama a Naisha e tem gente que, mesmo "odiando", adora ela. (rsrsrsrs). Sacou a pessoa???
Pois é, nós duas já tivemos nossas diferenças. Mas é engraçado que essas diferenças nunca me impediram de enxergar suas virtudes e admirá-la por sua história de vida, sua garra, sua força e principalmente o seu talento admirirável para criar tanta beleza e conceito com tanto rigor estético para a marca que leva o seu nome. Aprendi com o tempo que é preciso sempre tentar compreender as pessoas pelo viés de sua história de vida. Mas isso é coisa que se aprende no tranco.(rsrsrs) E aqui, abro o meu coração: fazer as pazes com alguém que você admira é um "olhar para dentro de si" e fazer as pazes consigo mesmo.
Então, aproveitando que postei aqui o passeio da "Nai" com sua Beatrix por Paris, achei uma boa oportunidade para mostrar a vocês um pouco do porque dessa moça ser especial. Ela tem sonhos altos e sei que com tanta determinação e perfeccionismo ela vai muito longe. A marca "Naisha Cardoso" é primorosamente cuidada, pensada e confeccionada por ela. Suas coleções são fundamentadas em conceitos e idéias sólidas. Nuca conheci ninguém que vendesse tão bem sua marca como ela. E mais não tenho a dizer, vejam vocês.
Coleção "Mulheres de Almodóvar" (Julho - 2009)
Fotos: Renato Reis
Coleção "Art Nouveau" (Dezembro - 2009)
Fotos: Wagner Meier

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Belém, Belém... será que tá tudo bem?

Domingo, 14 de março, eu zapeava os canais de TV quando me deparei com uma atração paraense no Faustão. Tratava-se de um caboclo da Ilha de Mosqueiro que apresentaria um número músical. Já fiquei temerosa, pois é impressionante a capacidade da mídia em exibir a cultura paraense de forma deturpada, leviana e até mesmo pejorativa, já não bastasse o quantitativo de notícias que circulam nacionalmente sobre os crimes ambientais, assassinatos no Sul do Pará, corrupção, pedofilia etc, e que, claro, precisam ser noticiados, mas que sempre constrangem nosso orgulho de paraense.
Enfim, quando o caboclo começou o seu número senti enorme constrangimento, que mal conseguia olhar para a tela da TV, não pelo fato do indivíduo em questão ser um caboclo, entidade/personagem típica da nossa região, que muito nos orgulha, que merece respeito, e que está longe de ser caracterizado pelo o que aquele pobre senhor fez no palco do programa, mas pela falta de ética e respeito com que aquela vítima, transformada em bobo da corte, esteve "representando" o estado do Pará. Não obstante, a cena se repetiu no domingo seguinte e, nas segundas-feiras que seguiram, o jornal local da TV consignada da Rede Globo exibiu um bloco inteiro sobre o tal "Mike do Mosqueiro".


(21/04/2010)
Bem, eu comecei a escrever  este post naquele período e pretendia contrapô-lo com a FFW Mag! de dezembro que exaltou brava e lindamente nossa cidade de Belém. Mas depois, ele ficou aqui esquecido, pela falta de tempo e pela sensação de impotência e vazio. Mas hoje, blogando, depois de um longo período de estio, encontrei no blog dos queridos da Cadicoisa o artigo do (tio) Lúcio Flávio Pinto, também personagem daquela edição da Mag!. Então, novamente, resolvi retomar este post, porque desde dezembro tenho vontade de comentar essa edição, que vale muito mais a pena  e que nos devolve parte de nossa dignidade, do que a vergonha exibida no Faustão. Por isso, vou reproduzir aqui o artigo no publicado no Jornal Pessoal, nº 456, 1ª quinzena/janeiro 2010, e mais sobre a Mag! e sobre Belém não precisarei dizer.


Por Lúcio Flávio Pinto
"No seu 17º número, a revista Mag!, editada em São Paulo, se consolidou como uma das mais destacadas revistas brasileiras. É sobre moda, mas nem só, nem tão substancialmente. E mais sobre modo de viver, de se apresentar e de sentir. Feita com extremo bom gosto, sofisticação e doses de audácia e criatividade como há muito não se via na praça. Das 322 páginas, oficiais, mas que, na verdade, somam 366 com os dois suplementos (um para versão em inglês dos principais textos), mais da metade (186 páginas) é dedicada a Belém e aos paraenses.

Não é uma edição de "carregação", para faturar anúncios, que são raros, apenas de permuta e sustentação. O editor da revista escolheu cenários para os modelos apresentados e selecionou personagens locais que conquistaram um espaço próprio graças a seu valor, a começar pela modelo Caroline Ribeiro, que aparece na capa e em numerosas páginas internas. Outros paraenses entraram no portfólio de Mag! por serem realmente personagens nacionais e até internacionais. A posição, porém, foi conquistada, não caiu de graça nem se deve a mero marketing ou compra direta.

A leitura da belíssima edição pode ter utilidade pedagógica para o público paraense: ajuda-o a se libertar de uma tutela provinciana e medíocre, a que o submete a mídia local e os hábitos rotineiros nos quais se enredou. O olhar rigoroso dos visitantes que a revista trouxe para transformar Belém no principal tema de capa revela o que os nativos não vêem e os forçam a admitir valores que a cornucópia de compadrio e cumplicidade desmerece ou esconde.

Classe e ousadia

A cantora Fafá de Belém e a banda Calypso têm o tratamento de estrelas de primeira grandeza, mas enquadradas numa moldura rigorosa, que realça suas qualidades, freqüentemente desdenhadas pelo complexo de vira-lata dos colonizados (quando esse sentimento não se manifesta pelo seu oposto: o culto à ruindade, estabelecida graças à falta de avaliação crítica). Mas não é só de stars que se desenvolve a edição: há espaço para o Coletivo Rádio Cipó, "Rubão", Paulo Chaves Fernandes, Eloy Iglésias, Manoel Júnior, dona Onete, Gabi Amarantos, os DJs Elisson e Juninho, Walda Marques e até a "figura controvertida" do editor deste jornal, uma transgressão a que Mag! se permitiu provavelmente para assinalar o seu cosmopolitismo, capaz de ignorar misérias e mesquinharias provincianas (efeito comprovado pelo tratamento que O Liberal lhe dispensou, a pão e água).

O ensaio sobre o chalé Porto Arthur, em Mosqueiro, é um primor. Quase adquiriu movimento. Mesmo sem esse efeito, provocará ondas de melancolia e saudade nos que puderem apreciá-lo, graças às fotos de André Vieira e o texto de Marcos Guinoza.

Obrigado a todos que fizeram essa edição de Mag!. Com classe e a ousadia, nos libertaram dos grilhões da quadratura paraense dominante. Ao menos no curso de suas 186 páginas. Para guardar e rever sempre."

E para finalizar, deixo ainda para vocês o trecho da carta em que Mário de Andrade descreve apaixonadamente Belém a Manuel Bandeira, quando por aqui passou, em 1927.

"...Porém me conquistar mesmo a ponto de ficar doendo no desejo, só Belém me conquistou assim.
Meu único ideal de agora em diante é passar uns meses morando no Grande Hotel de Belém.
O direito de sentar naquela terrasse em frente das mangueiras tapando o Theatro da Paz, sentar sem mais nada, chupitando um sorvete de cupuaçu, de açaí, você que conhece o mundo, conhece coisa melhor que isso, Manu? Me parece impossível.
Quero Belém como se quer um amor. É inconcebível o amor que Belém despertou em mim. E como já falei, sentar de linho branco depois da chuva na terrasse do Grande Hotel e tragar sorvete, sem vontade, só para agir." (Junho de 1927)
Besos,
Sil

terça-feira, 20 de abril de 2010

sonho (de mon coeur)


Tenho passado dias (e noites) sonhando com a minha casa, que por enquanto, muito engraçada, sem teto e sem nada. Como ela será quando um dia eu a tiver?
Nunca desejei tanto ter uma casa para chamar de minha. (E essa é uma parte da vida difícil de falar...)
E nestes dias de reflexão mais latente viajo pelo De(coeur)ação, da Vivianne Pontes e lá eu brinco de casinha como criança. O site é um mimo e a Vivianne, não a conheço pessoalmente, mas só pelos textos e bom gosto, já se percebe que é dessas pessoas que encantam.
Vou contar um segredo: sou apaixonada por decoração; móveis costumizados; luminárias;  cadeiras... como sou apaixonada por cadeiras e artigos do gênero! Daí, que "sofro" no Dbazar, também mantido pela Vivianne. Lá, tem uma cadeira "barcelona" e também a uma "litle globe", ambas, meu sonho de consumo. Sonho com elas bem mais do que sonho com sapatos.(rsrs) Ai, confesso, pronto!
Besos,
Sil.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

E lá se foi mais um carnaval...

Todo carnaval é a mesma coisa: a gente deixa tudo pra última hora  e na véspera, lá estou eu correndo debaixo de chuva atrás de uma fantasia para a Srta. Luna, mas o mais bacana é que sempre dá certo... Graças a "santa" criatividade da mamãe aqui! (rsrsrsrsrs)
Este ano, até arrisquei comprar uma fantasia pronta das Lojas Americanas, mesmo achando que não tinha a menor personalidade (eu gosto mesmo é de inventar). Cheguei em casa meio desanimada com uma havaiana chifrim, a única que julguei que daria na pequena. Pobre mãe desmiolada, que nem percebe a diferença de um palmo de fantasia para que coubesse na cintura de sua filha, já não tão pequena  assim. Voltei no dia seguinte e o jeito foi trocar a fantasia por esta peruca cor de rosa, já que tudo que restava nas prateleiras eram restos.
E agora??? E o resto da fantasia?! Vai de quê? Penélope Charmosa aquelas alturas do campeonato, só se fosse pra lá de capenga. A festa da escola era no dia seguinte! Afe!
Passei em uma loja de tecidos e comprei 1/2 metro de lurex pink e fiz uma blusa como se fosse um abadá. Incrementamos o look com umas pulseirinhas neon, um buá cor rosa (que não aparece nestas fotos) e uma tiarinha "smile". Faltava ainda um nome para a fantasia, para que Luna se convencesse por completo que sua fantasia era a mais a mais legal da festa. Foi então que a batizamos de "Festa Eletrônica". Eureka!!! Luna Amou! Fiz um make super color (autorizado só no carnaval,!) e ela foi pra festa da escola. E o melhor: até ganhou o concurso de fantasias da sua turma! Ufa! e eu... salva pelo gongo!
Versão frente e costa

É claro que esse "perucón" rosa rendeu né? Advinha como é que eu fui pra festa da Apae? (rsrsrsr) Ah, tá bom, confesso que eu "tava" louquinha pra usar! pronto, falei!
Agora, só ano que vem.
E hoje eu vou dar uma de Macaco Simão.
Vai indo que eu já voltei! (rsrsrsrs)
(Obs: é eu tô voltando, mas é de quase uma semana de cama. Mas já tô quase boa.)
Besitos,
Sil.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Sobre mim

Daniel Cruz. 2004 (1/3). Exposição coletiva Todos Nus.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Encantamento


Psicodelia, surrealismo e, sempre um encantamento. Então "Deixemos que comecem as estações!"

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Eu tô Fofys!!!


Feliz, feliz, feliz!!! Hoje sou o post lá no blog da Amanda, o Fofys, de Juiz de Fora! Amanda que poderia adotar o nome do blog como sobrenome, porque na verdade ela já é "Amanda Fofys", de tão meiga que é. E que carinho ganhei hoje!
Beijos,
Sil.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Coments, please!



Este selinho muito divertido e criativo foi criado pela minha amiga Michelle Cunha e eu já adotei ele porque afinal, a vida de um blog são os comentários. Gostaram??? Então comentem, pelo amor de Deus!!!!!
(hauhauhauhauhauhau)
Beijos,
Sil.

Em Sintonia

"Dona" Desirée Feldman é uma garota especial e este post é para agradecê-la. Ela estuda moda, é designer, cria lindas ilustras, trabalha em uma fábrica de tecidos criando estampas e ainda encontra tempo para ajudar as amigas. Ela tem sido uma das grandes parceiras, incentivadoras e colaboradoras deste blog. Mais do que isso, ela tem sido uma grande amiga, que opina, critica e me ajuda sempre que preciso.
Pra começar, ela criou a nova marca, mudança necessária para a imagem da marca.
Em segundo lugar, ela também me ajudou a repensar o foco do blog da Pomar. Por isso, resolvi criar este blog onde posso "plantar meus amigos, meus discos e livros" e muitas outras coisas  e assim, otimizar o Estúdio Pomar realmente, para a produção da marca, que este ano, ou vai ou racha!
E como dona Desirée é "fogo na roupa"... ela também criou o template do Estúdio Pomar (cheio de bolsinhas, com o meu coraçãozinho espalhado por todo canto), que, fala sério, tá muito lindo!
E como eu não sei customizar o blog, nem adianta vir que não tem - eu sou do século XX, do tempo que as cartas chegavam perfumadas pelos Correios. Então, mais uma vez, é ela que tem feito todas as mudanças por lá. Eu vou deixando as coisas mal feitas e ela vai arrumando. (rsrsrsr). Além de tudo isso, ela ainda me dá a maior força, sempre me divulgando no Sintonias, o blog dela!
À querida Desirée eu queria muito agradecer por toda ajuda, pelo carinho; por todas as vezes que ela emitiu uma opinião franca (ainda que eu não acate todas, porque afinal, amigos divergem de vez em quando); pela disponibilidade e generosidade. Jamais vou esquecer.
Dê, você é muito!
Beijos,
Sil.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Arrumando a casa

Olá,

Se vc chegou até aqui antes que eu anunciasse o "open house", puxe um banquinho e fique à vontade. Ainda estou com as caixas pelo meio da sala, em plena mudança, mas logo, logo tudo estará arrumado por aqui!
Enquanto não inauguro a casa oficialmente, você pode ir abrindo as caixas que eu trouxe na mudança, cheias de lembranças da outra casa.
Seja bem vindo ao meu novo cantinho!
Beijo,
Sil.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Lulu - a mais querida!


Esta bolsa tem cara de"Lulu". Digam se não tem??? Simmmm! E ela é a preferida da minha "chérie" mais querida da face da terra, da lua, do sol e do universo inteiro: Luna, Luninha, Lunita, Lulu, florzinha, amadinha, princesa, Luna Luneta... Ai que me fogem todos os apelidos carinhosos com que a chamamos.

Ah, sim... a bolsa! Ai gente, a bolsa é só um detalhe no dia de hoje, porque a homenageada do dia é o meu "coração de mel de melão, feito um bichinho no sol de manhã", porque ela está completando 9 anos!!!!

Tá bom, tá bom, vou falar da bolsa. A bolsa Lulu é confeccionada em tecido estampado 100% algodão, com estampas de lacinhos e bules de cházinhos (da coleção "Designers" da Fernando Maluhy). É um lindo e delicado modelo traspassado em formato de saquinho, com alça e um belo e generoso laçarote em tafetá especial vermelho "sedução". Possui borda toda plissada; fechamento em botão imantado; forrada internamente com failete. Um mimo, uma delicadeza, um amor... que nem o amor que amo a Lulu!


Voltando ao que interessa...
Lulu é meu sol, meu chão, meu ar, o mar que navego, meu tudo e mais um pouco. Por ela eu vivo, eu crio, eu trabalho, eu acordo e eu durmo. Por ela e por mim, porque tudo que faço pra ela e por ela eu o estou fazendo também por mim. Ela me cuida quando estou triste e me fala coisas que nem gente grande. Ela tem uma risada frouxa que é difícil imaginar os dias sem isso. Ela é um moleque, uma princesa, um bichinho. Ela é muita coisa nas nossas vidas, minha e do pai dela, o Dani (mas, confesso que ela é simplesmente gamada nele).
Ela é meiga, carinhosa, engraçada, perspicaz, teimosa, às vezes tola, serelepe, brincalhona, vaidosa. Ela gosta de pintar; de deixar bilhetinhos para as pessoas que ama; de desenhar bolsinhas e looks para suas bonecas; de palpitar na roupa que uso; de ler; de ir à exposições de arte e de visitar o meu blog... Ela sonha em tocar piano; em ter uma guitarra cor de rosa; em conhecer a França, o Rio de Janeiro e São Paulo; em conhecer o Parque da Mônica, o Hopi Hari e a Disney; em ter a casa da Bárbie; em ter a nossa casa de verdade, só nossa, como eu também sonho (um dia filha, te prometo).
Uma vez, quando ela tinha 3 anos, eu a perdi no shopping. Foi tão rápido... ela entrou em um túnel plástico de brinquedo e de lá não a vi sair. Foram os 5 minutos mais desesperadores da minha vida e de repente, eu tentei imaginar a vida sem ela, se eu não a encontrasse. Eu morri naqueles 5 minutos, eu não existia dali pra frente. Mas eu a encontrei e então, eu a beijei e a abracei tanto, mas tanto que era como se quisesse devolvê-la pra dentro de mim!

...Bem, eu tô aqui diante do PC há alguns minutos e vou desistir de escrever mais coisas sobre ela, porque eu não vou conseguir mesmo. Eu jamais conseguirei traduzir em palavras o tudo que ela é pra mim. Só a conhecendo pra saber como ela é especial!

Florzinha, você sabe, né? Eu te amo do tamanho do universo!!! É claro que eu não ia deixar de homenagear você aqui... dã!!!
Estarei sempre aqui, segurando a tua mão em tua caminhada iluminada. Filha querida, hoje o meu dia é só teu! Feliz aniversário, filha iluminada!
Beijos da mami.

Então, vocês vão nos dar licença porque nós vamos sair para comprar presentinhos e cuidar um pouco da "beauté" delicada e infantil da Lulu, porque ela merece!
Ela disse que não quer festa, mas quem sabe ela tem uma supresinha no final do dia???
Então, beijos meninas,
Sil.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Uma flor para o novo ano!

Ocupação Coletiva "Oficina Santa Terezinha", Março 2006.

Tudo certinho aí? Espero que todos tenham tido um excelente feriado de réveillon.

Eu hoje vim postar uma flor em homenagem às inúmeras famílias que de uma forma ou outra foram vítimas das tragédias no sudeste do país. Assisti aos noticiários sempre com o coração apertado e pedindo a Deus que conforte e acalente essas pessoas.

A gente fala por aqui de glamour e de vaidades, mas é preciso lembrar sempre, que ao menos com o coração, podemos ser sempre solidários.

Então, plantemos uma flor nos nossos corações para começar esta primeira semana de 2010 com esperança, com crença de dias melhores, aprendendo a olhar sempre para os lados, muito mais do que para o nosso próprio umbigo.

Oferecer ajuda; ser educado; ser solícito e prestativo; atencioso; oferecer-se para ajudar nos afazeres domésticos, como lavar uma louça; ser solidário; ajudar um idoso, um cego ou um deficiente a atravessar a rua; saber escutar e oferecer ombro amigo; ter ética para com o próximo (não esqueça, trate o outro como gostaria de ser tratado), são coisas que não nos diminuem, podem no máximo nos tomar um pouco de tempo, mas nos engradecem e de alguma forma, um dia retornam pra gente, podem acreditar! Mas que não nos esqueçamos: o que retorna pra gente é sempre fruto da semente que plantamos!

Que o novo ano comece nos corações de vocês!!!
Boa semana a todos!
Sil.